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Marketing / Comunicação / Vendas - 12 de junho de 2021

Qualificação e Reciclagem Profissional – RH

Estamos com mais de 15 meses de  pandemia no país.
Muita coisa aconteceu, perdemos empregos, sustento, entes queridos que nem pudemos chorar, tivemos que nos reinventar e acostumar com novas práticas. Máscaras, cuidados maiores em higiene. Mas com tamanha “revolução” que aconteceu em nossas vidas, o que fizemos? Fomos resilientes ou ficamos absortos, aguardando o que poderia acontecer? Quem teve como e soube organizar seu tempo, conseguiu ler, estudar, aprender alguma atividade ou então aprimorar outras. Sim, sobre isso que trataremos nesse artigo, a necessidade constante de qualificação e reciclagem profissional, pessoal, emocional.

Nos tempos de nossos pais, um título de uma faculdade já nos abria muitas portas, pois a enorme maioria da população não conseguia sequer terminar o 1º grau (o que hoje é chamado de ensino fundamental) e somente por ter um “canudo”, você já era diferenciado e conseguia se colocar no mercado de trabalho. A situação hoje está bem diferente. Temos um sem número de formados, recém-saídos dos bancos das inúmeras faculdades e universidades com seus “canudos” que estão hoje no mercado em busca de uma colocação ou então um posicionamento condizente com sua graduação. “Somente” uma faculdade já não significa que seu emprego ou sua remuneração estejam garantidos. Precisamos nos aprimorar a cada dia, estar sempre atentos ao mercado e suas atualizações. Novas profissões nascem a cada dia e outras vão deixando de existir. O que aconteceu nessa pandemia e ainda está acontecendo, foi uma grande mudança em nossas vidas. Hoje você faz reuniões virtuais com tanta facilidade, deu um jeito de arrumar uma iluminação melhor, talvez até uma “ring-light”, um fone de ouvido, um microfone melhorzinho e está aí, aprendendo e até ensinando as pessoas que tem um pouco de dificuldade. Isso é resiliência. Você se aprimorou, foi em busca de algo que não fazia e por extrema necessidade, agora precisa fazer. Se você não fizer, outro mais qualificado vai lá e faz. Foi só um exemplo superficial para colocarmos o assunto em questão.

Qual a importância você tem dado ao seu crescimento ou adaptação profissional?

Nesse período de pandemia, como mencionado no início do artigo, você fez algum curso, leu livros e aprendeu novas atividades? O mercado de trabalho vive em constante evolução e para acompanharmos essas mudanças, precisamos estar atentos e sempre atualizados, antenados para as potenciais mudanças que estão surgindo. Identificamos várias instituições que promoveram cursos gratuitos, à distância com certificado e tudo. Sabemos que quem se manteve empregado, acabou trabalhando muito mais do que o normal, buscando garantir sua vaga e por muitas vezes caiu estafado, entrou em processos emocionais delicados e pior, quem perdeu seu emprego, precisou se reinventar e buscar outras oportunidades e em muitas situações nem condições de um plano de dados ou wi-fi em casa conseguiu, quem dirá se concentrar em fazer um curso.
Num país com a dimensão e diferenças como o Brasil, nunca podemos generalizar e simplesmente levarmos os assuntos como uma verdade absoluta. Há situações e situações, MAS, aquele que se esforça, que busca seu aprimoramento, tem melhores condições de enfrentar as adversidades do que aquele que não o fez, seja por qual motivo for. Então, ainda em período delicado que passamos e com as perspectivas que o mundo só terá um “novo normal” no início de 2022, temos mais um semestre para corrermos atrás do prejuízo educacional e preparatório. Podemos a cada dia aprender algo novo, fazer cursos pequenos inicialmente para que possamos nos acostumar e adequar nossa rotina e então ir ampliando a “dose”. Tenhamos uma força de vontade a mais, como se fosse a estreia da nova temporada do seriado que acompanhamos, como se fosse a data da final do campeonato que nosso time disputará. Vamos investir melhor nosso tempo e nos prepararmos para fazermos mais, em menos tempo, com melhor qualidade e consequentemente menor custo. Foquemos nisso, sem enaltecer as dificuldades como desculpas, sem procrastinarmos.

Pode parecer utopia ou então uma pressão sobre sua já bem fragilizada saúde mental. Mas não podemos perder as oportunidades para desenvolvermos novas habilidades, aumentando a possibilidade de obter melhor remuneração e reconhecimento profissional. Devemos estar sempre atentos às novidades e tendências do mercado, buscarmos ser sempre um dos melhores entre os profissionais de nossas áreas e estar sempre preparado para um potencial redirecionamento de carreira.

“A mente de um homem expandida por uma nova ideia não consegue nunca voltar às suas dimensões originais” Oliver Wendell Holmes (que muitos
também creditam a Albert Einstein).

 

Tarso Gouveia tem longa experiência na área da Saúde, é Administrador
de Empresas, com Pós em Gestão
Empresarial e atualmente presta
Consultoria empresarial
e organizacional.

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